No domingo (11), Carlos Bolsonaro compartilhou nas redes sociais uma foto do ex-presidente Jair Bolsonaro deitado em uma cama, usando apenas cueca, dentro da cela da Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Na publicação, o filho relatou que o estado de saúde do pai piorou consideravelmente durante a custódia.
Segundo Carlos, o ex-presidente tem sofrido com crises intensas e prolongadas de vômito, que surgiram após soluços persistentes e evoluíram para azia grave. Ele mencionou que o médico responsável foi chamado à unidade para atendimento. O quadro estaria impedindo Bolsonaro de se alimentar de forma adequada, causando insônia e vômitos frequentes.
O filho atribuiu os problemas físicos às sequelas do atentado sofrido em 2018, quando Bolsonaro foi esfaqueado por um ex-militante do PSOL durante a campanha presidencial – partido que, na visão dele, tem ligação histórica com o grupo político do atual presidente Lula. “A foto anexa registra meu pai em intermináveis crises de vômito, decorrentes das sequelas da facada que sofreu”, escreveu Carlos na legenda.
Além das dificuldades físicas, Carlos destacou o sofrimento psicológico. Ele descreveu como perceptível o abalo emocional do ex-presidente, agravado pelo isolamento em uma cela individual, que classificou como extremamente solitária.
Na mesma postagem, o ex-vereador informou que a defesa de Jair Bolsonaro protocolou, ainda neste fim de semana, mais um pedido de prisão domiciliar por motivos humanitários, dirigido ao Supremo Tribunal Federal. Até o instante da publicação, o requerimento não havia sido julgado pela Corte.
A divulgação da imagem e do relato intensificou discussões online sobre as condições em que o ex-presidente está sendo mantido na sede da Polícia Federal e sobre o progresso dos processos judiciais que resultaram na prisão preventiva.
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