O MBL realizou, neste sábado, 11 de abril de 2026, a partir das 15 horas, uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo. Com apoio da população comum e de políticos e pré-candidatos do partido Missão, a concentração aconteceu em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), com percurso pela avenida e encerramento na Praça Oswaldo Cruz, onde foram proferidos discursos.
O ato foi chamado de Marcha contra a Corrupção e reuniu críticas ao ministro Alexandre de Moraes, ao Supremo Tribunal Federal (STF), ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao escândalo envolvendo o Banco Master. Cartazes e palavras de ordem incluíram “Fora, Moraes” e pedidos de delação por parte de Vorcaro, além de exigências de cadeia para envolvidos, independentemente de posição política.
Estiveram presentes o deputado federal Kim Kataguiri e a vereadora Amanda Vettorazzo. Renan Santos, um dos fundadores do partido, não participou por estar em viagem no Maranhão.
Esta foi a quarta manifestação convocada pelo movimento contra as suspeitas de envolvimento de membros do STF no caso Banco Master. Duas delas ocorreram desde o início de 2026 em frente à sede do banco, na região da Avenida Faria Lima, e outra anterior na Avenida Paulista.
O Banco Master foi liquidado em novembro de 2025 pelo Banco Central devido a suspeitas de fraudes, gestão temerária e operações financeiras irregulares. Em uma operação, o BRB comprou R$ 30,4 bilhões em ativos do grupo, dos quais a Polícia Federal identificou R$ 12,2 bilhões com fortes indícios de fraude, incluindo ativos sem garantias. O episódio gerou um dos maiores acionamentos da história do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), com estimativas de ressarcimentos que podem ultrapassar R$ 40 bilhões em aplicações como CDBs e outros títulos.
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