Após lucro recorde, funcionários dos Correios receberão participação dos resultados

O presidente dos Correios, Floriano Peixoto, informou que a negociação salarial foi aprovada pela empresa e que já está em vigor, os servidores do correio pagam até hoje, o rombo no fundo de pensão (Postalis) ocorido durante os governo do PT
Por: Brado da Redação 14.set.2022 às 02h03 - Atualizado: 14.set.2022 às 02h13
Após lucro recorde, funcionários dos Correios receberão participação dos resultados

O presidente dos Correios, Floriano Peixoto, afirmou na segunda-feira (12), durante entrevista ao programa A Voz do Brasil, que se engajou pessoalmente nas negociações com o corpo de funcionários e a diretoria da empresa para fechar o melhor acordo salarial possível com os servidores. Após registrar um lucro recorde de R$ 3,7 bilhões no ano passado, os funcionários da estatal voltarão a receber ganhos sobre a participação nos lucros e resultados da empresa. Além disso, os cerca de 90 mil funcionários dos Correios tiveram a reposição integral da inflação nos salários, nas funções e nos benefícios.

“Isso representa uma cristalização de uma condição de sustentabilidade financeira alcançada por nossa gestão desde 2019 e que hoje nossa empresa é capaz de retribuir todo o comprometimento e esforço da nossa força de trabalho que é o nosso bem maior. Assim sendo, depois de 10 anos nós pagamos dividendo ao Tesouro Nacional e nada mais justo do que estender aos nossos empregados um reconhecimento, até uma destinação constitucional de levar para todos os 90 mil empregados o pagamento da participação nos lucros e resultados. Isso é muito significativo”, afirmou Peixoto.

“Cabe destacar que esse é um engajamento pessoal meu, e dos demais diretores, de levar aos empregados esse reconhecimento, ainda mais depois de um ano tão bem sucedido como foi em 2021, em que alcançamos o maior resultado financeiro, um lucro de R$ 3,7 bilhões, o maior dos últimos 22 anos. Isso é uma questão de justiça da empresa para a nossa força de trabalho”, declarou o executivo.

Durante os governos do PT, o Instituto de Previdência Complementar (Postalis), fundo de pensão dos Correios, registrou uma redução de 45% no patrimônio do Plano de Benefício Definido, conhecido como BD. Os servidores e aposentados da empresa pública são penalizados desde 2014 devido à má gestão e interferência política, e para conseguir se aposentar foram obrigados a pagar a conta pelo rombo no Postalis ocorrido durante o governo Lula.




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