Servidores técnico-administrativos da UFBA decidem retomar greve nacional a partir de 5 de março

Assembleia aprovada por ampla maioria cobra cumprimento integral do Termo de Acordo nº 11/2024; calendário de mobilizações inclui reuniões setoriais, instalação de comando de greve e audiência com reitor; paralisação segue orientação da Fasubra em todo o país
Por: Brado Jornal 02.mar.2026 às 10h25
Servidores técnico-administrativos da UFBA decidem retomar greve nacional a partir de 5 de março
Reprodução/Ufba
Os trabalhadores técnico-administrativos da Universidade Federal da Bahia (UFBA) aprovaram, em assembleia geral realizada na quinta-feira (26), a retomada da greve a partir da próxima quinta-feira (5 de março). A decisão, comunicada pelo Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos da UFBA (Assufba), alinha-se à mobilização nacional promovida pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra).

A categoria votou majoritariamente a favor da paralisação, com apenas um voto contrário e duas abstenções. Além da deflagração da greve, os presentes autorizaram a criação de um fundo de greve e aprovaram um cronograma detalhado de ações para organizar o movimento nos campi da instituição.

O principal motivo da paralisação é a cobrança pelo cumprimento pleno do Termo de Acordo de Greve nº 11/2024, firmado anteriormente com o governo federal. A Fasubra coordena o movimento em âmbito nacional, e a UFBA integra esse esforço coletivo.

O calendário aprovado prevê intensificação das atividades nos próximos dias: reunião setorial no campus Canela às 10h do dia 2 de março; movimentação no campus Ondina às 8h30 e outra reunião setorial no Auditório de Biologia às 10h do dia 3; encontro no COM-HUPES às 10h do dia 4 para discutir o início da greve nacional; assembleia geral de início da greve no Auditório da Assufba às 10h do dia 5; reunião com servidores da MCO no dia 6; e, no dia 9, instalação do Comando Local de Greve na sede da Assufba, seguida de audiência com o reitor da UFBA.

A paralisação deve afetar principalmente as atividades administrativas da universidade, com impactos graduais dependendo da adesão. A Assufba reforça que o movimento busca pressionar por avanços concretos nas negociações, sem prejuízo à continuidade das discussões com as autoridades federais e institucionais. 


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