A Polícia Militar do Ceará prendeu, na quarta-feira (4 de fevereiro), Sidney Rodrigo Aparecido Piovesan, conhecido como El Cid, apontado pela Polícia Federal como um dos envolvidos no plano da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) para sequestrar e assassinar o senador Sergio Moro e outras autoridades.
O suspeito, natural de Vitória (ES), estava foragido desde 2022, após escapar de uma penitenciária em São Paulo. Contra ele havia dois mandados de prisão em aberto por associação ao tráfico de drogas e homicídio. A captura aconteceu em Eusébio, na região metropolitana de Fortaleza, próximo a um condomínio residencial de alto padrão, onde o criminoso utilizava identidade falsa.
A operação teve início com a detenção da companheira de El Cid na madrugada, em Igatu (CE), durante abordagem do Batalhão de Polícia de Trânsito Urbano e Rodoviário Estadual. Ela foi presa por falsidade ideológica ao portar documento falso enquanto se dirigia para São Paulo. A partir dessa prisão, equipes do 15º Batalhão da PM e do Bope localizaram e abordaram o foragido.
O plano atribuído ao PCC remonta a 2023 e seria uma retaliação às ações de Moro quando ministro da Justiça, período em que determinou a transferência de líderes da facção, incluindo Marcola (Marco Willians Herbas Camacho), para presídios federais. A operação envolveu transferência de 21 integrantes da cúpula em aeronave das Forças Armadas.
O governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), celebrou a prisão em suas redes sociais, destacando o trabalho integrado das forças de segurança.
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