A Polícia Militar da Bahia registrou 11 mortes em ações policiais no Complexo do Nordeste de Amaralina, em Salvador, entre terça-feira (3) e quinta-feira (5 de fevereiro de 2026). Os óbitos ocorreram na sequência do assassinato do cabo Glauber Rosa Santos, de 42 anos, baleado na cabeça durante ronda no bairro Vale das Pedrinhas.
O policial foi socorrido e operado no Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu aos ferimentos. A morte dele desencadeou operações intensas na área, que inclui os bairros Nordeste de Amaralina, Vale das Pedrinhas e Santa Cruz.
De acordo com a PM, oito pessoas morreram em confrontos na terça-feira (3), durante incursões policiais. Mais três óbitos foram confirmados nos dias seguintes: um no Vale das Pedrinhas e dois no Nordeste de Amaralina. Todos os atingidos foram levados a unidades de saúde, mas não sobreviveram.
Nas ações, foram apreendidas três armas de fogo, uma granada e porções de drogas. A Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) informou que pelo menos seis das vítimas tinham antecedentes criminais, como tráfico de drogas, roubo, porte ilegal de arma, estelionato, furto e receptação. As identidades não foram divulgadas.
O caso expõe mais um capítulo de violência na região periférica da capital baiana, marcada por disputas territoriais e operações frequentes das forças de segurança. A SSP-BA não detalhou se as mortes ocorreram em confronto direto ou em outras circunstâncias, mas reforçou que as ações visam combater o crime organizado na localidade.
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