'Lula é um psicopata que esteve no poder', diz Aleluia

Declaração foi dada no programa Brado Jornal desta terça-feira (16)
Por: Brado Jornal 16.ago.2022 às 10h09 - Atualizado: 16.ago.2022 às 10h11
'Lula é um psicopata que esteve no poder', diz Aleluia
Foto: reprodução/YouTube

O vereador de Salvador e candidato a deputado federal, Alexandre Aleluia (PL), ao comentar o cancelamento da presença de Lula, do PT, em evento de estreia da campanha presidencial, comentou que o petista não é mais um símbolo de política identitária e que reage como um psicopata ao fato de ir para as ruas e não ser ovacionado a exemplo do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição.


"Ele vai para a rua e não é aplaudido, mas Lula é um psicopata. Quem leu Andrew Lobaczewski [na obra "Ponerologia: Psicopatas no Poder"] entende que ele é um psicopata, entende muito bem que ele não está no mundo real, mas em um mundo paralelo. Ele é um psicopata que esteve no poder", comentou Aleluia, em participação na Rádio Brado, na manhã desta terça-feira (16).


Segundo Aleluia, o ex-presidente Lula apresenta as mesmas características dos líderes revolucionários descritos pelo psicólogo polonês que analisou os regimes nazista e comunista que dominaram a Polônia. "Os psicopatas não aceitam muito bem a falta de reverberação da sua falsa popularidade. Tenho certeza que a coisa não está bem arrumada na cabeça do Lula. Os discursos não estão bem arrumados, os marqueteiros também não sabem o que fazer porque não é mais um símbolo de política identitária. A esquerda está batendo cabeça", disse Aleluia.


O vereador soteropolitano ressaltou que essa falta de popularidade não é recente, mas pôde ser observada em 2017, quando Lula tentou realizar uma caravana pelo Brasil. "Ele queria mostrar que era tão forte que não poderia ser preso", analisou. Aleluia ainda lembrou que um dos motivos para o encerramento daquele movimento foi uma decisão do juiz Evandro Reimão dos Reis, da 10ª Vara Federal Cível de Salvador, que determinou a suspensão da concessão do título de doutor honoris causa da UFRB a Lula.


"Entrei com ação popular e o juiz não o deixou usar o espaço público como palanque eleitoral. Aquilo foi o 'tiro de misericórdia' em 2017. Lula foi preso, mas aí surgiu o 'Lula Livre', pois narrativa para o PT é fundamental", comentou. Aleluia pontuou, entretanto, que enquanto Lula tem dificuldades, Bolsonaro deslancha sem a necessidade de fabricar narrativas.


"Bolsonaro está nadando de braçada. O presidente passou 3 anos e meio sendo observador por um prisma ideológico da Globo e dos demais veículos de imprensa. A participação nos podcasts como o Flow levou muitas pessoas a observarem que a narrativa anterior estava errada. Ele mostra quem ele é e diz 'esse cara sou eu. Sou tão ruim como dizem que eu sou?'. A campanha começou no dia da participação de Bolsonaro no Podcast do Flow", afirmou Aleluia, que vê a possibilidade de Jair Bolsonaro conquistar a reeleição ainda no primeiro turno das eleições de outubro.



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