Capitão Alden defende criação de banco nacional para combater assédio nas polícias

Seminário na PMBA marca avanço no debate sobre proteção aos policiais
Por: Brado Jornal 10.dez.2025 às 10h28
Capitão Alden defende criação de banco nacional para combater assédio nas polícias
Divulgação
O deputado federal Capitão Alden (PL) esteve presente nesta terça-feira (09/12) no 1º Seminário de Enfrentamento ao Assédio Moral e Sexual na Polícia Militar da Bahia, evento que reuniu oficiais e especialistas para discutir prevenção, acolhimento e combate a esses crimes dentro da corporação.

Para o parlamentar, a realização do seminário simboliza “um momento histórico, que demonstra maturidade institucional e compromisso da PMBA com a valorização e a proteção de seus profissionais”.

Capitão Alden enfatizou que abrir espaço interno para tratar de temas delicados reforça toda a cadeia de segurança pública do estado.

“Quando a corporação abre espaço para discutir temas sensíveis como assédio moral e sexual, ela reforça algo essencial: cuidar do policial é fortalecer a segurança pública. Um ambiente de trabalho saudável, respeitoso e ético aumenta a eficiência operacional, reduz adoecimento e protege vidas. Essa agenda dialoga diretamente com o trabalho que venho construindo”, declarou.

Autor, ainda na Assembleia Legislativa da Bahia, da Lei nº 14.276/2020 que instituiu o Dia Estadual de Conscientização, Combate à Intolerância e à Vitimização Policial, Alden defende que o tema precisa evoluir para medidas estruturais permanentes.“

Já naquele momento alertávamos para a necessidade de políticas permanentes de acolhimento e acompanhamento multidisciplinar aos policiais vitimados. Agora, como deputado federal, ampliei essa pauta por meio do meu Projeto de Lei que cria o Banco Nacional de Dados sobre Vitimização Policial”, explicou.

Segundo ele, o principal obstáculo atual continua sendo a falta de dados oficiais confiáveis sobre o problema.“

O maior problema do assédio moral e sexual nas polícias é simples: não existe registro sistematizado, não existe indicador oficial, não existe diagnóstico confiável. Sem diagnóstico, não há política. Sem política, não há prevenção. Sem prevenção, a cultura do silêncio continua reinando”, concluiu o deputado.



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