O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), comprometeu-se a realizar uma visita a Washington após agenda oficial que inclui passagens pela Índia e Coreia do Sul em fevereiro, embora sem data definida para o encontro nos Estados Unidos. Essa promessa surgiu durante uma conversa telefônica de 50 minutos com Donald Trump, presidente americano, nesta segunda-feira (26).
No diálogo, os líderes abordaram a crise na Venezuela, onde forças dos EUA intervieram para capturar o ditador Nicolás Maduro, que agora aguarda julgamento em território norte-americano. Lula enfatizou a necessidade de manter a estabilidade regional e priorizar o bem-estar da população venezuelana.
Além disso, o petista defendeu uma ampla reestruturação na Organização das Nações Unidas (ONU), propondo a inclusão de mais membros permanentes no Conselho de Segurança. Atualmente, o Brasil ocupa uma vaga não permanente, tendo atuado pela última vez entre 2022 e 2023. Os membros fixos (China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos) detêm poder de veto sobre resoluções. Um dos atuais não permanentes é a Dinamarca, que tem enfrentado atritos com Trump devido à ambição dele de anexar a Groenlândia.
Sobre a iniciativa americana de formar um Conselho de Paz, Lula sugeriu que o foco do grupo se restrinja ao conflito em Gaza, sem envolver outras disputas globais, e inclua representação para a Palestina.
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