Sandro Régis (União Brasil), líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia, intensificou as críticas ao governo estadual do PT, afirmando que a combinação de escalada da violência e o não cumprimento de promessas de campanha transformou a administração em alvo de deboche e frustração popular.
Em declarações recentes, o deputado destacou que a Bahia vive uma das piores crises de segurança de sua história após quase duas décadas de gestões petistas. “A Bahia praticamente virou um estado em guerra. As facções tomaram conta, e as pessoas de bem estão cada dia mais reféns dentro de suas casas, com medo”, disse Régis, citando dados que colocam o estado como o quinto mais violento do Nordeste em mortes por habitante, o primeiro em feminicídios e com cinco das dez cidades mais violentas do país. Ele classificou a situação como reflexo de uma “má gestão” que resulta em “promessa, promessa e promessa”, sem entrega de resultados mínimos para garantir tranquilidade ao cidadão.
O parlamentar afirmou ainda que o governador Jerônimo Rodrigues “já virou chacota” perante a população, colhendo o que plantou em um governo marcado por desequilíbrio, foco excessivo em palanque e falta de administração efetiva. “Depois de 20 anos, o que se vê é um legado muito triste para o Estado e para os baianos”, completou, apontando que a frustração é visível nas ruas, com agendas no interior esvaziadas e percepção clara de que as promessas não se concretizarão.
Paralelamente, Régis abriu as portas do grupo oposicionista para o senador Ângelo Coronel (PSD), que enfrenta impasse na base governista e foi excluído da chapa majoritária do PT. Durante inauguração do viaduto José Linhares, o deputado elogiou Coronel como “grande quadro” e senador de destaque, destacando sua trajetória familiar: “tem um filho deputado federal, um filho deputado estadual, tem uma história na Bahia”. Ele afirmou que a oposição está “de braços abertos” para recebê-lo com “carinho, afeto e respeito”, contrastando com o tratamento dispensado pelo PT. A declaração reforça a possibilidade de migração do grupo Coronel para o campo oposicionista, ampliando a base de ACM Neto rumo às eleições de 2026.
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