A Federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, divulgou nota conjunta em defesa do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), após sua saída voluntária da relatoria do inquérito sobre o Banco Master. O posicionamento foi assinado pelos presidentes nacionais das siglas: o senador Ciro Nogueira (PP) e Antonio Rueda (União Brasil).
No texto divulgado em 13 de fevereiro de 2026 nas redes sociais da federação, os dirigentes manifestam preocupação com supostas "narrativas" construídas para virar a opinião pública contra o ministro, descrevendo-as como uma "versão caluniosa" repetida insistentemente sem fundamentação sólida. Eles afirmam que "neste momento é essencial nos atentarmos às narrativas que querem colocar a população contra o ministro Dias Toffoli e tudo o que ele fez e faz pelo país enquanto ministro no STF".
A nota reforça confiança na integridade de Toffoli e alerta que ataques ao magistrado representam enfraquecimento não apenas de um indivíduo ou de um poder da República, mas dos próprios pilares do sistema democrático. Os líderes partidários defendem que a justiça ganha força com equilíbrio, respeito às instituições e prevalência da verdade, criticando o que consideram injustiças baseadas em relatos unilaterais.
O apoio surge em meio à crise deflagrada por relatório da Polícia Federal que apontou menções a Toffoli em mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, além de revelações sobre transações imobiliárias envolvendo sociedade do ministro. Após reunião reservada do STF, Toffoli pediu redistribuição do caso, que foi sorteado para André Mendonça.
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