O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou nesta quinta-feira (15 de janeiro de 2026) a declaração da Irmandade Muçulmana como organização terrorista, juntando-se a nações como Israel, Estados Unidos, Paraguai, Emirados Árabes Unidos e Egito. A decisão, divulgada em comunicado oficial, reflete a postura pró-ocidental de Milei e visa combater influências extremistas na América Latina.
Milei, eleito em novembro de 2023 com uma plataforma liberal e anti-establishment, tem fortalecido laços com os EUA e Israel, incluindo visitas oficiais e acordos comerciais. A Irmandade Muçulmana, banida no Egito desde 2013 e considerada ameaça por Washington desde 2019, opera em diversos países com foco em islamismo político, o que motivou sua classificação como terrorista em múltiplos contextos.
A medida pode impactar relações diplomáticas da Argentina com nações muçulmanas e reforçar a luta contra extremismo na região, mas críticos alertam para riscos de polarização interna. O governo argentino não detalhou ações imediatas, como congelamento de bens ou proibições, mas confirmou que a classificação segue análises de inteligência internacional.
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