No programa Arena Oeste, exibido pela Revista Oeste, o médico infectologista Francisco Cardoso, representante do Estado de São Paulo no Conselho Federal de Medicina e perito médico federal do Ministério da Previdência Social, comentou sobre a transição de gênero em crianças e adolescentes.
Cardoso destacou os interesses econômicos envolvidos nessa prática. Ele afirmou que estudos dos quais participou indicam a ausência de embasamento científico para procedimentos de transição em menores. O médico citou países como a Inglaterra, que já implementaram restrições a esses procedimentos.
Em sua fala, o médico enfatizou que os estudos analisados revelam falta de evidências científicas robustas que sustentem a segurança e a eficácia de intervenções como bloqueadores de puberdade e terapia hormonal cruzada em crianças e adolescentes. Ele apontou que revisões científicas recentes, incluindo análises de qualidade das evidências, demonstram baixo nível de suporte para esses tratamentos em populações vulneráveis nessa faixa etária, com riscos potenciais à saúde reprodutiva, óssea, cardiovascular e neuropsiquiátrica não suficientemente avaliados.
A discussão ocorreu durante uma entrevista mais ampla, na qual Cardoso também criticou a proliferação de ações woke na área médica, incluindo a validação de tratamento hormonal para crianças e adolescentes realizarem a transição de gênero.
Além disso, ele abordou temas como as políticas impostas durante a pandemia de covid-19, a criação de turmas de medicina exclusivas para militantes do MST na Universidade Federal de Pernambuco e a gestão do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, descrita por ele como uma catástrofe completa.
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