Políticos brasileiros usaram as redes sociais nesta sexta-feira (20.mar.2026) para expressar tristeza pela morte do ator e mestre em artes marciais Chuck Norris, que veio a óbito na manhã de quinta-feira (19.mar), aos 86 anos, enquanto estava internado em hospital no Havaí. A família anunciou o falecimento pelo perfil oficial do artista, sem divulgar detalhes sobre a causa.
O governador do Paraná e pré-candidato à Presidência, Ratinho Junior (PSD), lembrou que Norris “personificou como poucos o herói que atravessa gerações”, enviando solidariedade à família, amigos e fãs. O deputado Kim Kataguiri (União-SP) destacou o “carisma único” do astro e sua forte presença na cultura digital, onde se tornou símbolo de memes e piadas virais. Já o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) postou um vídeo do ator nos stories do Instagram com a frase: “Heróis não morrem. Viram lendas”.
Carlos Ray Norris nasceu em 10 de março de 1940, em Ryan, Oklahoma (EUA), sendo o mais velho de três filhos de Ray Norris, mecânico, e Wilma Scarberry, dona de casa. O apelido “Chuck” surgiu durante o período na Força Aérea dos Estados Unidos, para a qual se alistou em 1958 e foi transferido para a base de Osan, na Coreia do Sul.
Na Coreia, começou a praticar Tang Soo Do, arte marcial local, o que despertou sua paixão pelas lutas. Ao longo da carreira, acumulou diversas graduações de faixa preta: em judô, 3º dan em jiu-jitsu brasileiro, 5º dan em karatê, 8º dan em taekwondo, 9º dan em Tang Soo Do e 10º dan em Chun Kuk Do.
Sua entrada no cinema foi discreta, com uma participação sem créditos em “Arma secreta contra Matt Helm” (1968). O reconhecimento maior veio em 1972, ao contracenar com Bruce Lee em “O Voo do Dragão”, onde interpretou o vilão em uma das lutas mais famosas da história do cinema de artes marciais.
Nos anos 1980, tornou-se estrela de filmes de ação como “Comando Delta” e “Braddock: O Super Comando”. Na TV, protagonizou a série “Walker, Texas Ranger” (1993-2001), no papel do ranger Cordell Walker – conhecida no Brasil como “O Homem da Lei”.
Nos últimos tempos, reduziu as aparições, fazendo participações especiais, como em “Os Mercenários 2” (2012). Mesmo afastado das telas, Chuck Norris continuou vivo na memória coletiva, especialmente pela infinidade de memes que o retratam como figura invencível e superpoderosa, consolidando seu status de lenda cultural que influenciou múltiplas gerações.
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