Uma aeronave do Departamento de Justiça dos Estados Unidos partiu de Virgínia na segunda-feira, 20 de abril, com destino direto a Cuba, trajeto considerado incomum. A movimentação chamou atenção de entusiastas da aviação e gerou especulações iniciais sobre possíveis missões diplomáticas ou ações políticas. Documentos judiciais revelaram, porém, que se tratava de uma operação do FBI para resgatar uma criança americana de 10 anos.
A criança havia sido levada do país sem autorização da mãe biológica pela genitora transgênero, Rose Inessa-Ethington, de 42 anos, e sua companheira, Blue Inessa-Ethington, de 32 anos. As duas foram presas e deportadas de Cuba. A criança foi repatriada e reunida com a mãe biológica.
De acordo com a denúncia federal apresentada em tribunal de Utah, familiares expressaram preocupação de que o objetivo da viagem a Cuba fosse submeter a criança a uma cirurgia de transição de gênero. A criança foi designada do sexo masculino ao nascer, mas se identifica como menina, o que parentes atribuem a influência da genitora transgênero. Agentes do FBI encontraram indícios como retirada de US$ 10 mil da conta de Blue Inessa-Ethington e um bilhete com orientações de terapeuta sobre cuidados de afirmação de gênero para crianças.
Rose Inessa-Ethington e Blue Inessa-Ethington enfrentam acusações de sequestro parental internacional. O caso ocorre no contexto de disputas de guarda e sob o governo de Donald Trump, que emitiu medidas restritivas relacionadas a cuidados de afirmação de gênero para menores. A criança foi recuperada com sucesso e devolvida à mãe biológica.
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