Uma jovem de 28 anos, Negin Ghadimi, de Shahsavar, foi assassinada pelo regime islâmico do Irã durante protestos por um país livre.
A informação, divulgada nesta quinta-feira (15 de janeiro de 2026), destaca a violência enfrentada por manifestantes que exigem reformas políticas, econômicas e sociais desde o final de dezembro de 2025.
Ghadimi participava ativamente das manifestações contra o governo teocrático, que tem reprimido os atos com uso de força letal, resultando em milhares de mortes segundo organizações de direitos humanos.
Sua morte gerou comoção e mensagens de luto, com apelos por paz e justiça para os civis iranianos.
Reações incluem orações pela alma de Ghadimi e conforto para sua família, com pedidos para que a violência cesse e a vida humana seja preservada.
Alguns criticaram a inação internacional, questionando por que figuras globais não intervêm em favor dos manifestantes, como enviando apoio logístico ou pressionando o regime.
Outros expressaram tristeza pelo que regimes violentos fazem a jovens mulheres, enquanto há críticas ao presidente Donald Trump por supostamente recuar em promessas de intervenção após o adiamento de uma execução.
Há ainda questionamentos irônicos sobre a ausência de ativistas ambientais em ações humanitárias no Irã.
O caso de Ghadimi reforça o drama dos protestos, com o Irã sob blackout de comunicações e ameaças de escalada militar internacional.
Manifestantes continuam nas ruas, defendendo um futuro sem opressão, em meio a relatos de mais vítimas diárias.
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