O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste sábado (28) que o Aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã desde 1989, foi morto durante uma operação militar conjunta realizada por forças americanas e israelenses. A afirmação foi feita por meio de publicação na rede social Truth Social, onde Trump classificou o aiatolá como "uma das pessoas mais perversas da história" e afirmou que sua eliminação representa "justiça para o povo do Irã, para todos os grandes americanos e para as pessoas de diversos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e sua gangue de bandidos sanguinários".
Trump destacou que a ação responde a "ameaças iminentes" de uma "ditadura muito perversa e radical", com o objetivo de impedir que o Irã desenvolva armas nucleares. Ele prometeu que os ataques prosseguirão de forma ininterrupta, destruindo mísseis, a Marinha iraniana e a indústria de mísseis do país, "obliterando-a completamente mais uma vez". O presidente americano acrescentou que a morte de Khamenei abre "a maior chance que o povo iraniano terá para retomar o controle de seu país", posição endossada pelo primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.
O bombardeio, que incluiu alvos em Teerã e complexos ligados ao regime, ocorreu na manhã do mesmo dia, em meio a escalada de tensões pelo programa nuclear iraniano, que Teerã insiste ser pacífico, enquanto EUA e Israel o acusam de visar armas atômicas. Imagens verificadas mostram explosões próximas ao local onde Khamenei residia.
O governo iraniano, no entanto, não confirmou a morte do líder supremo. Fontes oficiais negaram a informação, afirmando que Khamenei está "bem e seguro" ou "são e salvo até onde se sabe", e prometeram retaliação militar. O país já respondeu com lançamentos de mísseis contra alvos israelenses e instalações americanas no Oriente Médio.
A operação surge após semanas de negociações frustradas sobre o acordo nuclear, com o Irã participando mesmo ciente de possíveis ações hostis. Trump reforçou que a campanha visa "paz no Oriente Médio e no mundo" e continuará "durante a semana ou pelo tempo que for necessário".
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil (Itamaraty) condenou os ataques, expressando "grave preocupação" por ocorrerem em meio a um processo diplomático. O governo brasileiro apelou por contenção máxima, respeito ao Direito Internacional, proteção de civis e infraestrutura civil, e resolução pacífica do conflito. Embaixadas brasileiras na região monitoram a situação e orientam a comunidade local.
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