O lutador norte-americano Josh Hokit gerou forte polêmica neste domingo ao declarar que a ex-primeira-dama Michelle Obama “é um homem”. A declaração ocorreu logo após sua vitória por nocaute técnico sobre Derrick Lewis no terceiro round, em luta realizada durante o evento do UFC promovido na Casa Branca, em Washington.
Invicto na carreira, Hokit aproveitou o momento da entrevista pós-luta para fazer o comentário, que retoma uma antiga teoria da conspiração infundada sobre a esposa do ex-presidente Barack Obama. O presidente do Ultimate Fighting Championship, Dana White, rebateu imediatamente a afirmação, classificando-a como falsa e declarando que “odeia esse tipo de absurdo”. Até o momento, a Casa Branca não se manifestou sobre o episódio.
Durante a comemoração, o lutador subiu ao lado do presidente Donald Trump, que acompanhava o card da primeira fila, e presenteou o republicano com a corrente que usava no pescoço. Em suas declarações, Hokit elogiou a coragem de Trump por realizar o evento no local histórico. “Dane-se o discurso. Um salve para Trump”, disse o atleta, que também afirmou que a única pessoa superior ao “Incredible Hok” é “meu Senhor e Salvador Jesus Cristo”.
Além da controvérsia envolvendo Michelle Obama, Hokit aproveitou para desafiar o brasileiro Alex Pereira, que lutou pelo cinturão interino dos pesos-pesados na atração principal da noite. Em entrevista a um podcast, o norte-americano relatou que o promotor Mick Maynard o teria procurado após outra vitória, no UFC 327, e o chamado de “o novo lutador favorito de Donald Trump”.
O evento na Casa Branca marcou uma noite de grande visibilidade para o MMA, com a presença de Trump e transmissão ao vivo. Hokit, que segue invicto, consolidou seu momento de destaque, mas a declaração polêmica ofuscou parte do triunfo esportivo.
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