Alexandre Moreira pede proibição da participação de crianças nas marchas LGBT na Bahia

Sua ação foi motivada pela ampla repercussão dos eventos ocorridos em São Paulo no último domingo, 2 de junho, onde um bloco intitulado "Crianças Trans" desfilou livremente
Por: Brado Jornal 04.jun.2024 às 20h42 - Atualizado: 05.jun.2024 às 06h44
Alexandre Moreira pede proibição da participação de crianças nas marchas LGBT na Bahia

Alexandre Moreira, presidente do movimento Bahia Direita e pré-candidato a vereador de Salvador, apresentou, na tarde desta terça-feira (4), uma representação ao Ministério Público da Bahia exigindo a proibição da participação de crianças nas marchas LGBT em todo o estado. Sua ação foi motivada pela ampla repercussão dos eventos ocorridos em São Paulo no último domingo, 2 de junho, onde um bloco intitulado "Crianças Trans" desfilou livremente, com a anuência dos pais, que Moreira classificou como "irresponsáveis".

"O que presenciamos em São Paulo foi uma afronta à moral e aos valores que devemos proteger. Crianças desfilando em um ambiente absolutamente inadequado para a sua idade, incentivadas por pais que claramente não têm o menor senso de responsabilidade", disparou Moreira.

Durante a marcha na Avenida Paulista, crianças foram vistas participando ativamente do evento, uma situação que gerou furor nas redes sociais e na mídia. Imagens e relatos chocaram grande parte da população, levantando sérias questões sobre a adequação desse tipo de exposição para menores.

Moreira enfatizou a necessidade urgente de medidas rigorosas para impedir que situações semelhantes ocorram na Bahia, especialmente em Salvador. "Não podemos permitir que nossas crianças sejam usadas dessa maneira, expostas a temas e comportamentos que podem prejudicar seriamente seu desenvolvimento emocional e psicológico. É uma questão de bom senso e proteção básica", afirmou.

A medida já começou a provocar discussões intensas em diversos setores da sociedade baiana. O Ministério Público ainda não se manifestou oficialmente sobre a representação, mas o debate promete esquentar nas próximas semanas.

"Estamos falando do futuro das nossas crianças. Não podemos ficar de braços cruzados enquanto a inocência delas é destruída por pais irresponsáveis e eventos inadequados. Precisamos agir agora, antes que seja tarde demais", concluiu Alexandre Moreira.



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