Vereador Alexandre Aleluia detona silêncio baiano no caso Banco Master e crava: “Não passo pano, não”

Parlamentar do PL-BA reforça postura linha-dura contra irregularidades no escândalo financeiro durante participação no Brado Jornal, destacando necessidade de transparência total
Por: Brado Jornal 20.jan.2026 às 13h06 - Atualizado: 20.jan.2026 às 14h04
Vereador Alexandre Aleluia detona silêncio baiano no caso Banco Master e crava: “Não passo pano, não”
Reprodução
O vereador Alexandre Aleluia (PL), de Salvador, adotou tom firme e direto ao comentar o escândalo do Banco Master na transmissão ao vivo do Brado Jornal nesta terça-feira (20).

Em fala que ganhou destaque imediato, o parlamentar afirmou categoricamente: “Não passo pano, não”.

A declaração ocorreu no contexto das denúncias sobre irregularidades no Banco Master, incluindo emissão irregular de CDBs, suposta captação ilícita de recursos, blindagem de patrimônio por meio de manobras judiciais e financeiras, contratação de influenciadores para defesa da imagem da instituição e possíveis ligações com desvios que afetaram investidores e geraram ações da Polícia Federal na Operação Compliance Zero.

O caso tem gerado debates sobre silêncio de políticos baianos, tanto do governo quanto da oposição, e questionamentos sobre a conduta de figuras do Judiciário e do sistema financeiro.

Aleluia, conhecido por sua postura conservadora, cristã e combativa na Câmara Municipal de Salvador, enfatizou que não haverá leniência ou encobrimento em torno das falhas expostas. 
A participação no programa destacou a crítica ao “silêncio ensurdecedor” de lideranças locais, incluindo nomes como Roberta Roma, João Roma e figuras do próprio PL-BA, diante de um caso que pode ter ramificações políticas e eleitorais significativas para 2026. 
Aleluia, que já expressou insatisfações internas no partido e avalia migrações partidárias, usou o espaço para reforçar sua linha de “zero tolerância” com corrupção e irregularidades.

"São 39 deputados no estado. A gente vê apenas 01 assinar mostra que a Bahia tem uma relação intrincada com esse caso do Banco Master. É para ter vergonha do nosso estado!", apontou o pré-candidato a Deputado Federal. 

Com novas fases de operações policiais e pressão por CPIs (como a defendida por parlamentares isolados, a exemplo do deputado Capitão Alden), o escândalo segue quente na agenda. Declarações como a de Aleluia indicam que vereadores e políticos conservadores pretendem manter a cobrança por transparência, sem concessões, em um tema que afeta milhares de brasileiros e a credibilidade do sistema financeiro. 


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