As despesas realizadas via cartão corporativo pela Presidência da República e pelos ministérios ao longo da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já passaram de R$ 1,4 bilhão, conforme levantamento da revista Veja baseado em informações acessadas pela Lei de Acesso à Informação.
O total refere-se ao período desde janeiro de 2023, início do terceiro mandato, até os dados mais recentes de 2026. Esse volume de gastos é maior do que o previsto anualmente para ministérios como o do Esporte, o das Mulheres e o da Igualdade Racial somados.
Entre os principais dispêndios estão bilhetes aéreos, estadias em hotéis, aluguel de automóveis, refeições, abastecimento e compra de suprimentos para o dia a dia da administração pública. Boa parte dos recursos foi utilizada em deslocamentos oficiais de Lula, da primeira-dama Janja e de autoridades ministeriais, além de cerimônias governamentais e suporte aos gabinetes.
O governo federal ressaltou que todas as transações respeitam as normas vigentes e estão sob escrutínio do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Controladoria-Geral da União (CGU). A Presidência argumentou que o cartão é ferramenta indispensável para pagamentos rápidos em emergências ou viagens, refletindo a intensidade das operações do Executivo.
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