Na quarta-feira (25), o senador Esperidião Amin (PP-SC) divulgou um vídeo em suas redes sociais reafirmando sua intenção de disputar a reeleição ao Senado por Santa Catarina nas eleições de 2026. A declaração veio no mesmo dia em que o Partido Liberal (PL) anunciou oficialmente sua chapa para o Senado no estado, optando por nomes internos: o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), que mudou domicílio eleitoral, e a deputada federal Caroline de Toni (PL-SC).
Amin expressou humildade e determinação ao declarar: "Com muita humildade, com muita determinação e com respeito a essa decisão, eu quero dizer: eu pertenço a Santa Catarina. Por isso, sou pré-candidato a senador de Santa Catarina, por Santa Catarina e para Santa Catarina, para ajudar o Brasil a conhecer cada vez mais e adotar o modelo da nossa gente. Com isso, o nosso país vai melhorar". Ele enfatizou seu compromisso com o estado e o desejo de contribuir para o avanço nacional a partir das experiências catarinenses.
A escolha do PL ocorreu durante encontro em Brasília com o governador Jorginho Mello (PL-SC), o presidente nacional do partido Valdemar Costa Neto e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência. Caroline de Toni confirmou a indicação em vídeo, destacando alívio pela definição após discussões internas e agradecendo o apoio do pré-candidato presidencial, do presidente do PL e do governador.
O acordo inicial entre PL e PP, via federação União Progressista, previa composição com um nome de cada sigla — inicialmente Caroline de Toni e Esperidião Amin —, mas foi alterado pela prioridade dada a Carlos Bolsonaro, a pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro, e pelo bom desempenho de Caroline nas pesquisas. Valdemar Costa Neto defendia manter Amin na chapa, mas a decisão final priorizou a dupla do PL, deixando o senador do PP de fora da aliança majoritária.
A exclusão pode fragmentar o campo conservador em Santa Catarina, com Amin agora cotado para disputar votos de direita de forma independente ou em outras composições. Não há esclarecimentos oficiais sobre apoio futuro à chapa de Jorginho Mello ou à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. O senador Amin indicou que respeita as escolhas partidárias e da federação, mas não detalhou próximos passos ou alianças alternativas.
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