O senador Flávio Bolsonaro publicou nesta terça-feira (31) um post no X afirmando que “O feminicídio não começa no disparo. Começa antes, nos sinais que muita gente ignora. E, enquanto isso, o Brasil registra, em média, 4 mulheres assassinadas por dia. Quantas histórias ainda serão interrompidas? A inércia não é uma opção. É preciso agir!”.
Ultilizando a mesma linguagem de partidos como PT, PSOL e PCdoB, ele destaca que 2025 registrou a maior taxa de mulheres assassinadas por dia desde a tipificação do feminicídio em 2015. Ao final, anuncia o Projeto de Lei nº 1.400/2026, que altera a Lei Maria da Penha para permitir que a polícia conceda imediatamente medidas protetivas de urgência, sem necessidade de decisão judicial prévia. “O tempo não é detalhe. É o que pode salvar uma vida”, conclui.
Em fevereiro, Flávio Bolsonaro já havia recorrido à linguagem neutra ao pedir apoio para sua pré-candidatura à Presidência, ao escrever que gostaria de contar com “todas, todos, todes, todys e todXs” – gesto que ampliou críticas por representar um aceno explícito à extrema esquerda, cujos códigos linguísticos ele historicamente rejeitava. Recentemente, o senador também foi muito criticado pela direita ao votar a favor do PL da Misoginia, projeto que equipara a misoginia ao crime de racismo e foi aprovado por unanimidade no Senado.
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