Os Estados Unidos anunciaram uma grande atualização no calendário de imunização infantil, diminuindo o número de vacinas recomendadas universalmente para crianças de 17 para 11.
A medida, implementada pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) e pelo CDC, segue uma diretriz do presidente Donald Trump, que em dezembro de 2025 ordenou a revisão do esquema americano com base em práticas de nações desenvolvidas.
O chefe da pasta de saúde destacou que a intenção é aproximar o modelo dos Estados Unidos de exemplos internacionais que adotam menos vacinas obrigatórias na infância, com destaque para a Dinamarca, país que protege contra cerca de 10 doenças e mantém bons resultados de saúde infantil por meio de confiança pública e educação, em vez de exigências rígidas.
O próprio Donald Trump comentou o assunto em sua rede social, classificando o calendário anterior como “excessivo” e “inflado”. Ele enfatizou, porém, que a alteração não proíbe a vacinação completa: os imunizantes permanecem disponíveis e continuam cobertos pelos planos de saúde, permitindo que os pais decidam pela aplicação integral se desejarem.
Em perspectiva global, nações como a França exigem atualmente 12 vacinas obrigatórias, enquanto outros países europeus apresentam variações na quantidade e no grau de obrigatoriedade.
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