A Bahia enfrenta um aumento significativo de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) neste início de 2026. Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, o estado já registrou mais de 1.200 notificações da doença nas primeiras semanas do ano.
O número representa um crescimento de aproximadamente 35% em comparação com o mesmo período de 2025. A maior parte dos casos tem sido identificada em Salvador e na região metropolitana, mas cidades do interior, como Feira de Santana, Vitória da Conquista e Ilhéus, também apresentam alta incidência.
A SRAG é uma condição que pode ser causada por diversos vírus respiratórios, incluindo influenza, rinovírus e o próprio vírus da covid-19. As autoridades sanitárias alertam especialmente para o risco em crianças pequenas, idosos e pessoas com comorbidades.
Os principais sintomas relatados são febre alta, tosse persistente, dificuldade para respirar e cansaço intenso. A Secretaria de Saúde recomenda que a população procure atendimento médico logo nos primeiros sinais de agravamento respiratório.
Especialistas atribuem o aumento ao período de transição climática, com variações bruscas de temperatura, e à menor adesão à vacinação contra gripe e covid-19 neste ano. Até o momento, a vacinação contra influenza está disponível apenas para grupos prioritários.
As autoridades reforçam a importância de medidas simples como lavar as mãos com frequência, usar máscara em ambientes fechados e evitar aglomerações para reduzir a transmissão de vírus respiratórios.
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