Píer fixo do Atracadouro de Morro de São Paulo segue interditado para reparos estruturais

Interdição parcial, iniciada em 6 de março de 2026, continua sem novidades sobre conclusão antecipada; operações prosseguem via estruturas auxiliares e flutuante
Por: Brado Jornal 10.mar.2026 às 09h55
Píer fixo do Atracadouro de Morro de São Paulo segue interditado para reparos estruturais
Divulgação
O píer fixo do Atracadouro de Morro de São Paulo, principal ponto de atracação no distrito turístico do município de Cairu (Baixo Sul da Bahia), permanece com interdição parcial desde sexta-feira, 6 de março de 2026.

A medida, determinada pela Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), tem prazo estimado inicial de cerca de 30 dias para a realização de intervenções estruturais. Até o momento (10 de março de 2026), não há atualizações oficiais sobre término antecipado, prorrogação ou conclusão dos trabalhos.

As obras de recuperação, executadas pela empresa Tecnocret Engenharia Ltda. sob contrato estadual e administradas pela Agerba (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia), identificaram rachaduras e fissuras na área em balanço da estrutura durante a execução dos serviços já em andamento (com investimento de R$ 8,8 milhões, incluindo também o atracadouro da Gamboa).

A Prefeitura de Cairu reforçou, em nota oficial divulgada no dia 5 de março, que o atracadouro é de responsabilidade do Governo do Estado, mas acompanha os trabalhos para minimizar impactos na mobilidade de moradores e turistas. A interdição foi comunicada formalmente após avaliação técnica da equipe de engenharia e da empresa responsável.

Enquanto o píer fixo está isolado, o embarque e desembarque de passageiros e cargas seguem normais por meio de estruturas auxiliares e do atracadouro flutuante. A operação conta com coordenação de equipes locais, empresas de transporte (como a Biotur e Dátoli), associação de carregadores e Polícia Militar para organizar o fluxo.

Algumas empresas de catamarãs informaram ajustes operacionais, incluindo possíveis atrasos ou uso de rotas semi-terrestres em horários específicos, devido a limitações de capacidade do píer provisório para embarcações de grande porte. Não há relatos de interrupção total das travessias ou incidentes adicionais desde o início da interdição. A expectativa é de normalização por volta do início de abril de 2026, salvo novas avaliações técnicas.


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