Representantes dos caminhoneiros decidiram, em assembleia realizada nesta quinta-feira (19.mar.2026), adiar a deliberação sobre uma possível greve nacional.
A categoria optou por aguardar mais sete dias para avaliar os efeitos da Medida Provisória editada pelo governo federal, que reforça a fiscalização e impõe punições mais severas, como multas de até R$ 10 milhões, a empresas que contratarem fretes abaixo do piso mínimo rodoviário.
O encontro ocorreu após negociações com o Executivo, que busca atender uma das principais demandas da classe, insatisfeita também com o aumento do preço do diesel influenciado por tensões internacionais.
Lideranças mantêm o estado de greve, mas os motoristas continuam trabalhando normalmente enquanto prosseguem as conversas em Brasília para ajustes na norma.
Uma nova reunião está marcada para a próxima quinta-feira (26.mar), quando será definida se a paralisação será deflagrada ou se as medidas governamentais serão consideradas suficientes.
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