A cesta básica ficou mais cara em todas as capitais do Brasil em março de 2026. Segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o preço médio do conjunto de alimentos essenciais aumentou nas 27 capitais pesquisadas.
As maiores altas foram registradas em Salvador (4,8%), Fortaleza (4,1%) e Recife (3,9%). Já as menores variações ocorreram em Florianópolis (0,7%), Curitiba (1,1%) e Porto Alegre (1,3%).
Com a alta de março, a cesta básica mais cara do país continua sendo a de São Paulo, que chegou a R$ 821,47. Em seguida aparecem Rio de Janeiro (R$ 792,30) e Florianópolis (R$ 781,15). A mais barata foi encontrada em Aracaju, custando R$ 512,68.
O Dieese atribui o aumento generalizado ao encarecimento de itens básicos como arroz, feijão, carne bovina, tomate e óleo de soja, influenciados pela alta do dólar, problemas climáticos na produção e aumento dos custos de transporte.
A pesquisa mostra que o custo da cesta básica comprometeu, em média, 58,4% do salário mínimo nacional em março. Em algumas capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, o percentual ultrapassou 70% do piso salarial.
O aumento contínuo do preço dos alimentos essenciais tem sido um dos principais fatores de pressão sobre o orçamento das famílias brasileiras, especialmente das de menor renda.
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