EUA condenam Maduro e declaram seu governo ilegítimo

Rubio classifica Maduro como líder de cartel e reafirma apoio à democracia venezuelana
Por: Brado Jornal 28.jul.2025 às 11h31
EUA condenam Maduro e declaram seu governo ilegítimo
(Nathan Howard, Afp)
Em uma nota oficial divulgada no domingo, 27 de julho de 2025, o Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, do Partido Republicano, criticou duramente o regime de Nicolás Maduro, líder do Partido Socialista Unido da Venezuela. Segundo Rubio, Maduro não pode ser considerado presidente da Venezuela, e seu governo carece de legitimidade.

“Maduro não é o presidente da Venezuela e seu regime não é o governo legítimo”, afirmou Rubio. Ele reforçou o compromisso dos EUA com a restauração da democracia no país, declarando: “Um ano depois de o ditador Nicolás Maduro desafiar a vontade do povo venezuelano ao se declarar vencedor, sem fundamento, os Estados Unidos permanecem firmes em seu apoio inabalável à restauração da ordem democrática e da justiça na Venezuela.”

Rubio também acusou Maduro de liderar o Cartel de Los Soles, descrito como uma organização narcoterrorista. “Maduro é o líder da organização narcoterrorista Cartel de Los Soles, responsável pelo tráfico de drogas para os Estados Unidos e a Europa. Maduro, atualmente indiciado por nossa nação, corrompeu as instituições venezuelanas para auxiliar o esquema criminoso de narcotráfico do cartel para os Estados Unidos”, disse o Secretário de Estado. Ele ainda prometeu que os EUA continuarão a buscar meios de responsabilizar o regime, que classificou como “corrupto, criminoso e ilegítimo”. “Aqueles que fraudam eleições e usam a força para tomar o poder minam os interesses de segurança nacional dos Estados Unidos”, completou.

A declaração ocorre em um momento em que a Venezuela, detentora de uma das maiores reservas de petróleo do mundo, mantém sua produção entre 900 mil e 1 milhão de barris diários, mesmo com a redução das atividades de empresas norte-americanas. Recentemente, a Chevron, petrolífera dos EUA, anunciou a retomada de suas operações no país, com a condição, estabelecida pelo presidente Donald Trump, do Partido Republicano, de que nenhum royalty ou imposto beneficie o regime de Maduro. Em março, Trump havia suspendido uma licença que permitia à Chevron operar na Venezuela.


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