Prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, defende ditador venezuelano Maduro em conversa com Trump

Mamdani, conhecido por suas inclinações socialistas e críticas frequentes às políticas dos EUA, argumentou que sua oposição se baseia na rejeição à "busca por mudança de regime" e à suposta violação do direito internacional.
Por: Brado Jornal 03.jan.2026 às 20h15
Prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, defende ditador venezuelano Maduro em conversa com Trump

Hoje, o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, revelou sua posição controversa ao se opor publicamente à captura de Nicolás Maduro, o ditador venezuelano responsável por uma das piores crises humanitárias da história recente. Em uma conversa direta com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Mamdani expressou sua "oposição" à operação militar que resultou na detenção de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em Caracas.  

Mamdani, conhecido por suas inclinações socialistas e críticas frequentes às políticas dos EUA, argumentou que sua oposição se baseia na rejeição à "busca por mudança de regime" e à suposta violação do direito internacional. No entanto, sua defesa de Maduro, um líder acusado de narcoterrorismo e responsável pelo colapso econômico e social da Venezuela, levanta sérias questões sobre suas prioridades. Enquanto Nova York enfrenta problemas como a presença do gangue criminoso Tren de Aragua, diretamente ligado ao regime de Maduro, Mamdani parece mais preocupado em proteger um ditador do que em defender os interesses de seus próprios cidadãos.  

A operação dos EUA, que culminou na captura de Maduro, foi elogiada por muitos como um passo necessário para combater o narcoterrorismo e restaurar a estabilidade na região. Trump anunciou que os EUA assumiriam o controle temporário da Venezuela, citando a riqueza petrolífera do país como fonte de reembolso para os custos da operação. No entanto, Mamdani, em sua posição ideológica, parece preferir a continuidade de um regime que exportou miséria, crime e violência para além das fronteiras venezuelanas.  

A hipocrisia de Mamdani é ainda mais evidente quando consideramos que, enquanto ele critica a intervenção dos EUA, ignora o fato de que Maduro transformou partes de Nova York em zonas de conflito devido à presença de criminosos vinculados ao Tren de Aragua. Sua defesa de Maduro não apenas contradiz os interesses de segurança dos nova-iorquinos, mas também revela uma agenda ideológica que prioriza ditadores em detrimento da justiça e da estabilidade global.  

Enquanto isso, líderes internacionais, como o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, condenaram a ação dos EUA como um "serio afronto" à soberania venezuelana, ecoando a narrativa de Mamdani. No entanto, a realidade é clara: a captura de Maduro é um passo crucial para responsabilizar um regime que destruiu seu próprio país e ameaçou a segurança de outras nações.  



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