O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (9) o cancelamento de uma segunda onda de ofensivas militares planejadas contra a Venezuela.
A decisão veio após progressos significativos no diálogo e na colaboração entre os dois países, especialmente na área de reconstrução da infraestrutura de petróleo e gás.
De acordo com Trump, os Estados Unidos e a Venezuela estão colaborando de forma positiva, com foco na modernização e ampliação do setor energético venezuelano, em uma escala maior e mais avançada.
Ele destacou que, graças a essa parceria, a ação militar adicional prevista "não será necessária".
O presidente também elogiou a libertação de um grande número de presos políticos no país sul-americano, classificando-a como um "gesto muito importante e inteligente", além de um sinal claro de busca pela paz.
Apesar do recuo nas operações ofensivas, as embarcações militares americanas continuarão posicionadas na região, mantidas por motivos de segurança e proteção.
Trump informou ainda que, nesta mesma sexta-feira, receberá na Casa Branca executivos das principais companhias petrolíferas ("big oil").
Ele mencionou que essas empresas planejam investir pelo menos US$ 100 bilhões na recuperação e aprimoramento da indústria de óleo e gás da Venezuela, descrevendo o movimento como estratégico e vantajoso.
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