O Senado dos Estados Unidos rejeitou, nesta quinta-feira (15 de janeiro de 2026), uma resolução que visava impedir novas ações militares do presidente Donald Trump na Venezuela sem a prévia autorização do Congresso. O placar apertado de 51 votos a 50 favoreceu o governo, com o vice-presidente J.D. Vance lançando o voto de Minerva para desempatar a contenda.
A medida, proposta por opositores democratas, buscava limitar o poder executivo em intervenções estrangeiras, especialmente após a captura de Nicolás Maduro por forças americanas em 3 de janeiro, que resultou em mais de 100 mortes e instalou Delcy Rodríguez como presidente interina. Com a rejeição, Trump ganha maior flexibilidade para operações adicionais no país sul-americano, em meio a um cenário de instabilidade política e acusações de interferência externa.
O debate no Senado destacou divisões partidárias: republicanos defenderam a necessidade de ações rápidas para combater ameaças à segurança nacional, enquanto democratas argumentaram por maior escrutínio congressional para evitar escaladas desnecessárias.
O governo Trump justifica as ações como essenciais para combater o "regime opressor" de Maduro, enquanto opositores alertam para violações de soberania e potenciais repercussões internacionais. Até o momento, não há confirmação de novas operações militares, mas o resultado fortalece a posição do presidente em meio a crescentes tensões globais.
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