A desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), recebeu cerca de R$ 1,3 milhão em salários desde seu afastamento, ocorrido em abril de 2024, por suspeita de venda de sentenças.
O afastamento foi determinado no âmbito de investigações sobre irregularidades no Judiciário baiano. Em 2019, ela foi presa na Operação Jóia da Coroa, que apurou suposto esquema de corrupção envolvendo magistrados.
As informações sobre os valores pagos mesmo após o afastamento foram divulgadas nesta domingo, 17 de maio de 2026, gerando repercussão nas redes sociais. O caso ilustra discussões sobre remuneração de magistrados afastados por suspeitas graves.
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