Um ginecologista preso em flagrante sob a acusação de gravar pacientes durante consultas em uma clínica particular no bairro de Vila Laura, em Salvador, foi solto neste domingo (12 de julho de 2026) após audiência de custódia.
Segundo a decisão da juíza, não havia, neste momento inicial da apuração, elementos suficientes que comprovassem a materialidade do crime. O médico colaborou com as autoridades, desbloqueou voluntariamente o celular e forneceu senhas para acesso completo aos dispositivos, incluindo galeria, nuvem e arquivos apagados. Nenhum vídeo ou imagem comprometedor foi encontrado.
A denúncia apontava o uso de um suposto “óculos espião” com câmera embutida. Apesar da soltura, o caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.
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