Os Estados Unidos estão realocando um poderoso grupo de ataque de porta-aviões da região do Mar do Sul da China para a área de responsabilidade do CENTCOM (Comando Central dos EUA), no Oriente Médio. A informação foi confirmada pela correspondente da Casa Branca da NewsNation, Kellie Meyer, citando uma fonte com conhecimento direto do assunto.
De acordo com a jornalista, o deslocamento, que envolve o porta-aviões USS Abraham Lincoln e sua escolta de navios e aeronaves, deve ser concluído em cerca de uma semana. A movimentação ocorre em um contexto de crescentes tensões com o Irã, alimentadas por confrontos regionais, ameaças nucleares e instabilidade no Golfo Pérsico.
O tuíte da conta Visegrád 24, que repercutiu a declaração de Kellie Meyer, destacou a fala exata da repórter: “The U.S. is moving a carrier strike group from the South China Sea to the CENTCOM area of responsibility. That will take a week or so to complete.”
Tradução: “Os Estados Unidos estão transferindo um grupo de ataque de porta-aviões do Mar do Sul da China para a área de responsabilidade do CENTCOM. Essa movimentação deve levar cerca de uma semana para ser concluída.”
A postagem, acompanhada de uma imagem ilustrativa, rapidamente gerou reações na plataforma X, com usuários especulando sobre possíveis cenários, desde um ataque preventivo até o risco de um conflito prolongado.
Comentários na thread incluíram preocupações como “a guerra está se aproximando” e análises de que o envio de um grupo de porta-aviões sugere preparativos para uma operação de maior duração, e não apenas uma ação rápida. Outros mencionaram paralelos históricos, como movimentações semelhantes em 2015 que elevaram as tensões no Golfo Pérsico, e interpretaram o movimento como um claro sinal de dissuasão geopolítica dos EUA na região.
A realocação naval reforça a presença militar americana no Oriente Médio em um momento de alta volatilidade, com o CENTCOM responsável por operações em países como Iraque, Síria, Arábia Saudita e Irã. Especialistas apontam que o grupo de ataque, composto por cerca de 5.000 tripulantes e dezenas de aeronaves de combate, representa uma capacidade significativa de projeção de força.
Até o momento, nem o Pentágono nem a Casa Branca emitiram comunicados oficiais detalhando os motivos exatos da transferência, o que alimenta especulações sobre uma possível escalada no conflito com o Irã ou preparação para cenários de crise iminente na área.
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