Trump afirma que Putin está pronto para acordo de paz, mas Zelensky impede assinatura

Presidente dos EUA diz que Rússia aceitaria cessar-fogo imediato, mas Ucrânia rejeita termos e continua guerra
Por: Brado Jornal 15.jan.2026 às 17h23
Trump afirma que Putin está pronto para acordo de paz, mas Zelensky impede assinatura
Getty Images
O presidente Donald Trump declarou nesta quinta-feira (15 de janeiro de 2026) que Vladimir Putin está disposto a assinar um acordo de paz imediato com a Ucrânia, mas que o presidente Volodymyr Zelensky impede qualquer avanço nas negociações. A afirmação foi feita em declaração pública, reforçando a posição de Trump de que a guerra poderia terminar rapidamente se houvesse vontade política de Kiev.
Segundo Trump, Putin sinalizou disposição para um cessar-fogo total e negociações sérias, incluindo retirada parcial de tropas e garantias de neutralidade ucraniana. No entanto, Zelensky teria rejeitado as propostas, insistindo em condições que incluem a devolução integral de territórios ocupados pela Rússia desde 2014 e 2022, além de reparações financeiras e punições internacionais ao Kremlin.

O presidente americano criticou a postura ucraniana, afirmando que a continuação do conflito causa mais mortes e destruição desnecessárias. Ele reiterou que, durante seu primeiro mandato, havia negociações avançadas que poderiam ter evitado a escalada, mas que foram interrompidas após sua saída da Casa Branca. Trump também mencionou conversas recentes com líderes europeus e asiáticos que compartilham a visão de que um acordo é possível, mas depende de flexibilidade de Zelensky.

A declaração ocorre em meio a um momento de estagnação no front ucraniano, com avanços russos lentos no leste e contraofensivas ucranianas limitadas. A Ucrânia enfrenta dificuldades com suprimentos de armas ocidentais e fadiga econômica, enquanto a Rússia mantém pressão militar apesar de sanções internacionais.

Até o momento, nem o Kremlin nem o governo ucraniano comentaram diretamente as palavras de Trump. Zelensky tem defendido publicamente que qualquer acordo deve preservar a soberania total da Ucrânia, rejeitando concessões territoriais. A posição de Trump reforça sua intenção de atuar como mediador ou pressionar por uma solução rápida no conflito, alinhada à sua agenda de evitar guerras prolongadas e custos elevados para os EUA.


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