Todos os líderes do Hezbollah, incluindo o atual líder Naim Qassem, foram mortos em menos de 10 minutos após anunciarem guerra contra Israel em apoio ao Irã.
A Força Aérea Israelense bombardeou diversos locais em Beirute, no Líbano, com precisão cirúrgica.
O ataque israelense ocorreu na madrugada de 2 de março de 2026, em resposta ao lançamento de foguetes e drones pelo Hezbollah contra o norte de Israel, que o grupo descreveu como retaliação pela morte do líder supremo iraniano Ali Khamenei em operação conjunta israelense-americana. Os bombardeios atingiram principalmente os subúrbios sul de Beirute, área de forte presença do Hezbollah conhecida como Dahiyeh, resultando em pelo menos 31 mortos e 149 feridos, segundo o Ministério da Saúde libanês.
Entre as vítimas confirmadas está Mohammad Raad, chefe do bloco parlamentar do Hezbollah no Parlamento libanês e figura política de longa data no grupo.
Israel declarou Naim Qassem como alvo prioritário para eliminação após o ataque do Hezbollah, mas não há confirmação de sua morte nos bombardeios. O ministro da Defesa israelense afirmou que o Hezbollah pagaria um preço pesado pela entrada no conflito, e o exército israelense realizou ataques direcionados contra operativos seniores e instalações do grupo em Beirute e no sul do Líbano. O conflito se intensificou em meio à escalada da guerra entre Israel, Estados Unidos e Irã, com o Hezbollah entrando na frente libanesa pela primeira vez desde o cessar-fogo de 2024.
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