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Ministro critica gestão de segurança pública no governo do PT na Bahia: 'ruim'

Anderson também falou sobre o aumento dos crimes de latrocínio na Bahia
Por: Brado Jornal 02.mai.2022 às 12h21 - Atualizado: 02.mai.2022 às 21h23
Ministro critica gestão de segurança pública no governo do PT na Bahia: 'ruim'

Entrevistado na manhã desta segunda-feira (2) no programa Brado Jornal, o ministro da Justiça e Segurança Pública do Governo Federal, Anderson Torres, criticou o modelo petista adotado na Bahia por Rui Costa e seu secretário de segurança.

Questionado por Thimoteo Oliveira sobre o alto índice de criminalidade na Bahia, como também o crescimento no número de arrastões na capital baiana, o ministro afirmou que investimentos em segurança foram repassados ao governo da Bahia, mas a gestão não utilizou o valor integral no combate ao crime organizado, "Nós não temos conseguido uma sintonia adequada com as autoridades de segurança pública no estado da Bahia. para os senhores terem uma ideia, o governo Bolsonaro desde 2019 já repassou mais de R$ 90 milhões ao estado da Bahia, para ser investido em segurança pública, tecnologia, inteligência, capacitação dos policiais e os dados que tenho aqui no ministério, que desses 90 milhões, apenas 20% foram executados até agora. Isso é grave. Isso é ruim! Um estado que não tem conseguido diminuir os números da violência. A Bahia é um dos estados que complicou essa redução no número de homicídios. A Bahia teve um aumento", afirmou o ministro.

Anderson também falou sobre o aumento dos crimes de latrocínio na Bahia: "Outro crime que me preocupa é o latrocínio. No último ano, os crimes de latrocínio na Bahia cresceram mais de 30%. Independente do partido político que esteja no poder, saúde, segurança e educação não pode ter ideologia, não podemos misturar isso, é o interesse público que tem que prevalecer. O governante precisa entender que existe um projeto nacional de segurança pública, um sistema único de segurança no Brasil, que norteia as ações de todos os estados, que independente da bandeira do governador do estado, secretário de segurança e das outras autoridades, isso precisa ter uma linha no país inteiro, quem paga quando um governante não segue isso é o povo", explicou o ministro Anderson.



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