(PT).
O incidente começou quando a equipe de comunicação do Palácio de Ondina informou inicialmente que o governador não daria entrevistas aos repórteres presentes. Após insistência da imprensa, Jerônimo alterou a decisão e aceitou responder, mas limitou-se a apenas duas perguntas.
Ao término da interação, um assessor do governo afirmou que determinados jornalistas estariam a serviço da Prefeitura de Salvador, recebendo milhões de reais para constranger o governador, declaração que provocou indignação imediata entre os profissionais de comunicação.
A repórter Cíntia Kelly, do portal Aqui Só Política, descreveu a situação como lamentável e um claro desrespeito ao exercício jornalístico. O jornalista Alexandre Galvão, do site Se Ligue Bahia, reforçou a crítica, lembrando que atitudes semelhantes já teriam acontecido antes.O presidente do Comitê de Imprensa, Osvaldo Lira, e o vice-presidente Ramon Macgiolle (dos portais Muita Informação e Informe Baiano) condenaram veementemente a conduta da assessoria e expressaram total solidariedade aos colegas envolvidos.
Na nota divulgada, Tiago Correia classificou o fato como inaceitável e grave. Ele afirmou que acusar jornalistas de servirem a interesses políticos sem qualquer prova constitui uma agressão direta à liberdade de imprensa e um ataque à democracia. O parlamentar manifestou solidariedade especial à repórter Cíntia Kelly e a todos os profissionais atingidos, exigindo retratação pública imediata por parte do governo estadual e respeito contínuo ao trabalho da imprensa baiana.
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