ESG pra quê?

Por: Tatiana Mandelli 13.jul.2022 às 06h46
ESG pra quê?

Esta é mais uma pauta do globalismo, para que tudo fique igual, sem particularidades ou regionalismos para perder a identidade e seguir na manada. Não é por acaso que sumiram com os nomes das cidades nas placas dos carros no governo de esquerda, é para que ninguém tenha diferenciais e orgulho de suas cidades, de suas particularidades, seus “terroirs” que formam comunidades e estabelecem força comunitária.

Nos dias de hoje, as empresas naturalmente estão engajadas em terem suas ações sociais e foco no meio ambiente, desenvolvendo meios de não agredi-lo. Com relação a governança é uma questão de sobrevivência e aprimoramento, que toda empresa que busca sustentabilidade desenvolve-se nessa área, aprimorando seus meios de administração, sucessão e desenvolvimento de pessoas.

O ESG surge a partir dos interesses da maior gestora de fundos do mundo comandada por Larry Fink, a BlackRock, que gere a quantia que se equivale a cinco vezes o PIB do Brasil de 2021, num total de R$ 44 trilhões. Com essa unificação, Fink pretende buscar a justiça racial, chamando de encruzilhada histórica, ameaçando de quem não se ajustar, ficará sem capital.

É a forma de domínio que encontrou para fazer com que todos sob seus tentáculos sigam a mesma cartilha, espalhando essa exigência para além de suas fronteiras, na orientação de ser uma norma mercadológica para ter valor.

A Tesla de Elon Musk, recentemente foi excluída do índice ESG (Enviromental, Social and Corporante Governance – selo de melhores práticas ambientais, sociais e de governança).

Musk reagiu alertando que esse índice é uma farsa, pois tem sido usado como uma arma por falsos guerreiros da justiça social, lembrando que sua empresa é exemplo e inspiração de sustentabilidade.

Dentro desses critérios, as empresas para terem valor hoje são levadas em conta mais as pautas esquerdistas do que seu valor intrínseco de criatividade, inovação, seu terroir com sua cultura local valorizando os diferenciais da comunidade onde se insere. É uma forma de unificar para dominar.

O valor entre as pessoas são suas diferenças e o mesmo vale para as empresas, a assimetria entre elas tem gerado narrativas de que não dão segurança aos investidores, o que não justifica, pois, para avaliar uma empresa existem ferramentas específicas e atuais que são capazes de fazer um raio x mostrando a real situação de uma instituição. A verdade é que a não regulação por ESG não colabora com o andamento da implantação da agenda globalista.

Nossa empresa, por exemplo, a Tidelli outdoor living, tem um terroir como os vinhos, porque traduz o que a região, em que está instalada, o potencial da população e do clima que ali está, que é a criatividade a habilidade artística e a energia local empregada para produzir móveis únicos em qualidade e beleza. Sem esses diferenciais do povo baiano e em especial da localidade, seria impossível ter os mesmos resultados. Isso tanto é verdade que muitas empresas globalizadas tentam se instalar em alguns países e desistem por não se adaptarem a cultura local.

ESG é para concentrar poder e dominar pelo controle de determinadas áreas, pois se forem pulverizadas e regionalizadas o poder fica diluído, imaginem os alimentos estarem sob um mesmo investidor no mundo. Este é o resultado que a agenda globalista busca!

Tati Mandelli é empresária desde 1981 - Fundadora Tidelli Outdoor Living

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