O novo Terminal Rodoviário de Salvador, localizado no bairro de Águas Claras às margens da BR-324, está com as obras concluídas e pronto para entrar em funcionamento. O governador Jerônimo Rodrigues deve receber as chaves do empreendimento na segunda-feira (12), em uma visita técnica que marca a entrega simbólica do complexo.
Com área total de 127 mil metros quadrados e cerca de 41 a 42 mil metros quadrados de construção, o moderno terminal oferece maior conforto e infraestrutura avançada aos usuários. O espaço conta com mais de 230 pontos comerciais, praça de alimentação, clínicas médicas, farmácias, lotérica e uma unidade do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC). Além disso, há estacionamento para mais de 700 veículos e integração direta com a Estação Águas Claras do Metrô, além de conexão futura com o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
O equipamento atenderá mais de 370 linhas de ônibus, abrangendo serviços urbanos, metropolitanos e intermunicipais, consolidando-se como o maior terminal rodoviário do Norte e Nordeste.A previsão é de que a inauguração oficial ocorra no dia 19 de janeiro, com o início efetivo das operações no dia seguinte, 20 de janeiro. A partir da meia-noite desse dia, os ônibus com destino a Salvador já serão direcionados ao novo endereço. O projeto, idealizado em 2019 e iniciado em 2021 por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP), enfrentou atrasos ao longo dos anos, mas agora chega à fase final com investimento estimado em cerca de R$ 200 milhões.
Imagens recentes mostram o local praticamente finalizado, com apenas ajustes finais em andamento. A construção da nova Rodoviária de Salvador, iniciada em 2021 por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP), acumulou significativos atrasos ao longo dos anos, superando em mais de três anos o prazo originalmente previsto de cerca de dois anos para conclusão. Diversas datas de entrega foram anunciadas e não cumpridas, incluindo previsões para outubro e dezembro de 2025, o que levou o governador Jerônimo Rodrigues a admitir publicamente os adiamentos e prometer maior rigor na cobrança do contrato com a concessionária. Além dos problemas cronológicos, o projeto enfrentou extrapolação de custos, com o investimento inicial contratado em torno de R$ 200 milhões podendo chegar a um acréscimo de até R$ 50 milhões adicionais, segundo estimativas da própria concessionária, devido principalmente a impactos da pandemia, aumento no preço de insumos e dificuldades técnicas no terreno.
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