A pequena Eva de Paula Riguetti, de oito meses, natural de Jerônimo Monteiro, no Sul do Espírito Santo, nasceu prematura extrema, com 27 semanas de gestação e pesando apenas 624 gramas.
Os médicos apontaram 1% de chance de sobrevivência diante do quadro gravíssimo. Após 81 dias de internação na UTI neonatal, a bebê recebeu alta e, cumprindo uma promessa da família, foi batizada no Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo.
A mãe, Bruna Bello de Paula Riguetti, relatou em suas redes sociais a jornada vivida ao lado da filha. Bruna, que costumava planejar tudo de forma meticulosa, disse ter aprendido a lidar com a incerteza enquanto acompanhava a evolução de Eva, que enfrentou diversas intercorrências médicas, sessões de fisioterapia e ganhou peso progressivamente.
Em publicação, Bruna destacou que sua maior proximidade com a fé ocorreu durante o período de maior dificuldade: “Minha maior intimidade com Deus não nasceu dentro da igreja… nasceu ao lado da minha filha, em um leito de UTI, de joelhos suplicando pela vida dela”. Ao lado do marido, Jhonatan Resende Riguetti, a família acompanhou cada etapa da recuperação da bebê.
O batismo em Aparecida marcou o encerramento do ciclo de angústia. Na Sala das Promessas do Santuário Nacional, a família entregou o primeiro lacinho usado por Eva na UTI, quando completou um mês de vida. O perfil oficial do Santuário classificou Eva como um “milagre vivo” e ressaltou que a resistência da bebê demonstrou que “o impossível não é o fim”.
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