A violência desenfreada em festas populares de Salvador tem se tornado uma marca registrada dos quase 20 anos de gestão do PT no estado, culminando em tragédias que afastam a população e esvaziam celebrações centenárias. Sob o governador Jerônimo Rodrigues, o que deveria ser momento de alegria cultural vira palco de tiroteios, mortes e pânico, refletindo o fracasso em conter o avanço das facções criminosas que dominam territórios e impõem o terror diário aos baianos.
A Lavagem do Bonfim de 2026, por exemplo, foi marcada por assassinato a tiros no percurso da procissão, com bala perdida vitimando inocentes em meio à multidão de fiéis. Esse não é caso isolado: no Carnaval de 2024, foram registradas 1.042 ocorrências de violações de direitos humanos, incluindo agressões e abusos, conforme dados oficiais. A sensação de insegurança leva ao esvaziamento: uma em cada quatro pessoas desistiu de frequentar eventos como o Carnaval por medo da violência, segundo pesquisas recentes, transformando festas em risco iminente e prejuízo econômico para o estado.
O avanço das facções criminosas na Bahia é alarmante e diretamente ligado à ineficácia das gestões petistas desde 2007, com Jaques Wagner, Rui Costa e agora Jerônimo Rodrigues. O estado concentra 21 grupos criminosos, o maior número no Brasil, incluindo expansões do Comando Vermelho (CV), Primeiro Comando da Capital (PCC), Bonde do Maluco e Comando da Paz. Essas organizações disputam territórios no Recôncavo, interior e capital, resultando em guerras que elevaram a Bahia ao topo do ranking nacional de homicídios absolutos desde 2020, com 6 mil mortes violentas em 2023. Salvador ostenta uma taxa de 66 homicídios por 100 mil habitantes em 2023, uma das mais altas do país, enquanto a polícia baiana é a mais letal, com 1.556 mortes por intervenção policial em 2024, quase o dobro de São Paulo e Rio de Janeiro.
Jerônimo Rodrigues alega reduções pontuais, como 22,5% nos assassinatos entre 2016 e 2022 e 3,3% em 2023, mas esses números mascaram a realidade: o acirramento entre facções continua, com 1.488 assassinatos só nos primeiros meses de 2024. As festas de paredão, patrocinadas por criminosos para ostentação e recrutamento, viram focos de tráfico e execuções, enquanto eventos como Bonfim e Carnaval sofrem com invasões territoriais. O governador falha em priorizar inteligência policial, valorização de agentes e combate efetivo às raízes do crime, permitindo que a Bahia se torne refém de 21 facções que triplicaram sua presença nos últimos anos.
Quase duas décadas de PT no poder deixaram um legado de sangue: a violência não só esvazia as ruas, mas corrói a cultura baiana. Jerônimo, como herdeiro desse sistema, precisa responder por que festas viraram campos de batalha. Sem mudança radical, a Bahia continuará sitiada, com seu povo pagando o preço da inépcia governamental.
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