O aumento de 6,79%, equivalente a R$ 103 a mais em relação ao valor anterior, foi estabelecido pelo Decreto 12.797/2025 e segue a política permanente de valorização, que considera a inflação do INPC (4,18%) somada ao crescimento real do PIB (3,4%), com limite adicional de 2,5% conforme o arcabouço fiscal.
Os aposentados e pensionistas do INSS que recebem o piso nacional já começaram a receber o reajuste desde 26 de janeiro, com o calendário de pagamentos se estendendo até sexta-feira (6 de fevereiro), organizado pelo número final do benefício (sem o dígito verificador).
O novo piso serve de referência para diversos benefícios e direitos, incluindo aposentadorias e pensões do INSS (com reajuste integral de 6,79% para quem está no mínimo e 3,90% para valores acima), BPC, seguro-desemprego (parcela mínima em R$ 1.621 e máxima em R$ 2.518,65), abono salarial e salário-família (R$ 67,54 por dependente para quem ganha até R$ 1.980,38).
Os valores detalhados do mínimo em 2026 são: mensal de R$ 1.621, diário de R$ 54,04 e por hora de R$ 7,37.
As alíquotas de contribuição ao INSS para trabalhadores CLT foram atualizadas com base na nova faixa inicial, e o reajuste deve beneficiar cerca de 61,9 milhões de pessoas, injetando bilhões na economia ao longo do ano, segundo estimativas do Dieese e do governo federal.
📲 Baixe agora o aplicativo oficial da BRADO e receba os principais destaques do dia em primeira mão
Deixe sua opinião!
Assine agora e comente nesta matéria com benefícos exclusivos.
Sem comentários
Seja o primeiro a comentar nesta matéria!
Carregando...