O Brasil vai disputar os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 com a maior delegação de sua história: 14 atletas confirmados, superando os 11 que foram a Pequim em 2022. A equipe reúne esportistas nascidos em cinco países diferentes, Brasil, Estados Unidos, Canadá, Argentina e Alemanha, refletindo a crescente internacionalização do esporte de neve e gelo no país.
A lista inclui nomes já conhecidos no cenário brasileiro, como o esquiador Michel Macedo (esqui alpino), a snowboarder Jéssica Hilzendeger e o skeletonista Edson Bindilatti, que carrega a experiência de múltiplas participações olímpicas. Outros atletas da delegação competem em modalidades como esqui cross-country, patinação artística e patinação de velocidade.
Pela primeira vez, o Brasil tem chances reais de conquistar uma medalha olímpica de inverno. O maior otimismo recai sobre o skeleton, com Edson Bindilatti e Nicole Silveira, esta última já próxima do top 10 mundial na temporada atual. A expectativa é alimentada também pelo bom momento de atletas no esqui alpino e no snowboard cross, modalidades que ganharam estrutura e investimento nos últimos ciclos.
A participação brasileira nos Jogos de Inverno sempre foi simbólica, com o país estreando em Albertville-1992 e nunca tendo subido ao pódio. A meta declarada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) e pela Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN) é quebrar esse jejum em 2026, aproveitando o crescimento do número de praticantes e o aumento do apoio federativo.
A abertura dos Jogos está marcada para 6 de fevereiro de 2026, na Itália. A delegação brasileira deve ser anunciada oficialmente nas próximas semanas, com possibilidade de pequenas alterações até o fechamento do prazo de qualificação.
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