Bad Bunny leva show histórico ao intervalo do Super Bowl

Cantor porto-riquenho apresenta performance majoritariamente em espanhol, celebrando herança latina, com participações especiais e mensagem de amor
Por: Brado Jornal 09.fev.2026 às 09h09
Bad Bunny leva show histórico ao intervalo do Super Bowl
Kevin Sabitus/Getty Images
O cantor porto-riquenho Bad Bunny, de 31 anos, cujo nome verdadeiro é Benito Antonio Martínez Ocasio e natural de Vega Baja, foi a atração principal do show de intervalo do Super Bowl LX, realizado no domingo (8) no Levi's Stadium, em Santa Clara, na Califórnia. A apresentação ocorreu durante a final da NFL entre New England Patriots e Seattle Seahawks, que começou às 20h30 (horário de Brasília).

O artista, conhecido por seu impacto global no reggaeton e na música latina, subiu ao palco logo após o intervalo do jogo, com início previsto por volta das 22h (horário de Brasília), dependendo do andamento da partida. O show durou aproximadamente 13 a 15 minutos, como é tradicional no evento.

Recentemente, Bad Bunny conquistou o prêmio de Melhor Álbum Urbano no Grammy Awards pelo disco Debí Tirar Más Fotos, lançado inteiramente em espanhol. No discurso de aceitação, ele criticou o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA):

“Fora, Ice”, disse o artista. “Nós não somos selvagens, não somos animais. Somos seres humanos e somos americanos”, afirmou.

Ao mesmo tempo, defendeu a união e o amor em meio a divisões:

“Quero dizer, para as pessoas que estão assistindo, para não propagar o ódio. Estava pensando que às vezes a gente fica contaminado, e o ódio acaba se tornando mais poderoso quando você se agrega ao ódio. E a única coisa mais potente que o ódio é o amor”, afirmou.

O performer acumula três Grammys e onze Latin Grammys ao longo da carreira. Sua atuação no Super Bowl marcou história como a primeira de um artista latino solo majoritariamente em espanhol, destacando orgulho porto-riquenho e cultura latina, com participações especiais de artistas como Lady Gaga e Ricky Martin.

O presidente Donald Trump não compareceu ao evento e criticou a escolha do artista em entrevista ao jornal The New York Times:

“Acho que é uma péssima escolha. Tudo o que isso faz é semear ódio. Terrível”, disse ao jornal.

Após o show, Trump comentou negativamente a performance em redes sociais, chamando-a de "absolutamente terrible" e "slap in the face" ao país, mas o foco permaneceu na celebração musical e cultural.

No Brasil, a transmissão do intervalo com o show foi exibida nos canais Sportv, ESPN, Disney+ e NFL Game Pass (DAZN). A apresentação reforçou o crescente reconhecimento da música em espanhol no cenário global.


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