Os ataques coordenados dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciados em 28 de fevereiro de 2026, provocaram reações polarizadas entre líderes mundiais. A operação, que resultou na morte do líder supremo iraniano Ali Khamenei e de outros altos oficiais, foi justificada por Washington e Tel Aviv como medida para eliminar o programa nuclear iraniano, destruir capacidades de mísseis e incentivar mudança de regime.
Muitos líderes condenaram a ação militar unilateral, enquanto outros expressaram apoio ou cautela, priorizando contenção e negociações.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou o uso da força pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, assim como a retaliação iraniana, afirmando que essas ações minam a paz e a segurança internacionais. Ele exigiu cessação imediata das hostilidades e retorno à diplomacia.
O governo brasileiro condenou os ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, expressando grave preocupação e destacando que as ações ocorreram em meio a negociações em curso, violando o direito internacional e pedindo máxima contenção e proteção de civis.
A China condenou veementemente os ataques como inaceitáveis, violação flagrante da soberania iraniana e das normas internacionais, chamando por cessar-fogo imediato e retomada do diálogo.
A Rússia classificou a operação como agressão armada premeditada contra um Estado soberano, condenando-a diretamente e exigindo o fim imediato das ações militares.
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, rejeitou a ação militar unilateral dos Estados Unidos e Israel, descrevendo-a como escalada que contribui para uma ordem internacional mais incerta e hostil.
Outros líderes e países manifestaram condenação ou forte preocupação, incluindo França (Emmanuel Macron, que destacou graves consequências para a paz global), União Europeia (Ursula von der Leyen e António Costa, pedindo máxima contenção), Omã, Turquia, Paquistão e vários nações do Sul Global, que criticaram a intervenção como desestabilizadora.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, justificou os ataques como operação necessária para eliminar o programa nuclear iraniano, destruir capacidades de mísseis e promover mudança de regime, afirmando que o objetivo era remover ameaça existencial e incentivar o povo iraniano a assumir o controle de seu destino.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, defendeu a ação como legítima defesa contra ameaça existencial representada pelo regime iraniano, destacando que os ataques visavam remover o perigo nuclear e criar condições para um Irã livre e pacífico.
O primeiro-ministro do Canadá manifestou apoio explícito, afirmando que seu país apoia os Estados Unidos agindo para impedir que o Irã obtenha arma nuclear e ameace a paz e a segurança internacionais.
A Austrália expressou respaldo, declarando apoio à ação dos Estados Unidos para impedir o Irã de adquirir arma nuclear.
O Reino Unido (Keir Starmer), França (Emmanuel Macron) e Alemanha (Friedrich Merz), em comunicado conjunto, reiteraram que o Irã nunca deve desenvolver arma nuclear, condenaram principalmente as retaliações iranianas e pediram retomada de negociações, sem condenar diretamente os ataques iniciais.
Países do Golfo, como Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, condenaram fortemente as retaliações iranianas contra seus territórios, mas não emitiram condenação direta aos ataques iniciais dos Estados Unidos e Israel.
A divisão entre condenações majoritárias de potências como China, Rússia e Brasil e o apoio de aliados ocidentais e de Israel reflete alinhamentos geopolíticos atuais.
O Conselho de Segurança da ONU realizou reunião de emergência sem alcançar consenso unânime. A situação permanece volátil, com risco de escalada regional e impactos humanitários crescentes.
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