A saída de Gleisi Hoffmann do cargo de ministra das Relações Institucionais do governo federal abriu uma disputa interna pela coordenação da articulação política com o Congresso Nacional. A mudança, confirmada nesta semana, deixou o Planalto sem a figura central que conduzia as negociações com deputados e senadores nos últimos anos.
Com a saída de Gleisi, parlamentares da base aliada e líderes partidários expressam preocupação com a possibilidade de fragmentação nas conversas. A ministra era reconhecida por manter um canal direto e frequente com o Legislativo, ajudando a aprovar pautas prioritárias do Executivo. Agora, diferentes nomes do PT e de outros partidos da coalizão sinalizam interesse em assumir o papel ou influenciar a escolha do substituto.
A transição ocorre em momento delicado para o governo, com o Congresso em ano pré-eleitoral e demandas crescentes por cargos, emendas e apoio a projetos. Deputados e senadores temem que a ausência de uma liderança única na articulação possa enfraquecer o governo nas votações e dificultar acordos rápidos.
O Planalto ainda não anunciou o nome do novo ministro ou ministra das Relações Institucionais. Gleisi Hoffmann, que acumula experiência como deputada federal e presidente do PT, deixou o cargo sem detalhar os motivos da saída, mas fontes próximas indicam que a decisão envolveu questões internas do partido e do governo.
📲 Baixe agora o aplicativo oficial da BRADO e receba os principais destaques do dia em primeira mão
Deixe sua opinião!
Assine agora e comente nesta matéria com benefícos exclusivos.
Sem comentários
Seja o primeiro a comentar nesta matéria!
Carregando...