Em declaração pública, o parlamentar saiu em defesa da família Magalhães e apontou contradições no discurso do petista sobre origem social e patrimônio. Nilo destacou que, enquanto Rui Costa critica a riqueza dos Magalhães, ele próprio teria saído de uma origem humilde na encosta da Liberdade para residir hoje em um dos endereços mais valorizados de Salvador.
“Pior é Rui Costa, que nasceu numa encosta da Liberdade e hoje mora em um dos metros quadrados mais caros de Salvador”, afirmou o deputado.
Marcelo Nilo também levantou suspeitas sobre o crescimento patrimonial do ex-governador ao longo da carreira política. Ele questionou como Rui Costa teria enriquecido ocupando apenas cargos públicos, afirmando que o petista deixou o Palácio de Ondina, após oito anos no governo, em situação de milionário.
O parlamentar voltou a mencionar as investigações sobre a compra de respiradores durante a pandemia de Covid-19. Segundo Nilo, um procurador federal teria apontado o envolvimento de Rui Costa no desvio de recursos destinados aos equipamentos. “Quando eu digo recursos públicos é porque o procurador federal diz que ele está envolvido no desvio dos recursos dos respiradores”, declarou.
Além das questões patrimoniais, o deputado federal criticou a trajetória política de Rui Costa. Ele lembrou que o ex-governador saiu do movimento sindical e foi alçado ao cargo máximo do estado com apoio de Jaques Wagner, com quem, segundo Nilo, rompeu politicamente anos depois.
As declarações de Marcelo Nilo reacendem a polêmica em torno da gestão de Rui Costa na Bahia, especialmente no período da pandemia, e colocam em evidência o contraste entre a origem modesta do petista e sua situação atual.
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