O partido Missão homologou nesta segunda-feira (20) o empresário e coordenador do MBL, Renan Santos, como candidato oficial à Presidência da República durante convenção partidária. A decisão foi tomada de forma antecipada, já que o evento estava originalmente marcado para o dia 1º de agosto.
A legenda justificou o adiantamento da convenção pela necessidade de proteger o candidato diante do aumento de ameaças contra ele. Com a oficialização imediata, Renan Santos fica habilitado a solicitar uma equipe de segurança da Polícia Federal (PF).
“Estar com a Polícia Federal não é mais uma questão de conveniência ou até de redução de gastos. É uma questão de sobrevivência”, declarou o candidato após a homologação.
Embora a convenção tenha sido realizada mais cedo, o Missão decidiu manter o evento público de lançamento da campanha eleitoral para a data inicial, 1º de agosto.
No contexto mais amplo da segurança de presidenciáveis, candidatos homologados em convenções podem requerer o apoio da PF. Outros pré-candidatos, como Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), informaram que farão o pedido do serviço. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deve buscar a reeleição, terá proteção combinada entre o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e a PF. No caso do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a assessoria indicou que ele manterá a equipe da Polícia Legislativa do Senado, dispensando o apoio adicional da Federal.
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